Os Brasileiros Mais Ricos Do Mundo Todo

PUBLICADO EM 07/29/2020
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O Brasil é um país encantador, com suas praias muito lindas de Copacabana e Ipanema, o seu maravilhoso carnaval, vistas impressionantes e claro, vários bilionários. Só pra você ter uma ideia, os cinco homens mais ricos do Brasil têm uma riqueza tão grande quanto a renda de cerca de quase metade da população brasileira! Confira abaixo uma lista das pessoas mais ricas do Brasil.

Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US $ 2 bilhões

Seu bisavô fundou o banco Itaú, que se uniu com o Unibanco em 2008 para formar o Itaú-Unibanco. Seu avô fundou a Duratex, fabricante brasileira de painéis de madeira e acessórios para banheiro de capital aberto; ela é iumas das acionistas principais. Ela se tornou acionista do banco apenas com 8 anos de idade assim que seus pais morreram em um acidente de avião em 1982.

Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US $ 2 bilhões

Nevaldo Rocha – US $ 2 bilhões

Nevaldo Rocha é o arquiteto por trás da Riachuelo, uma das maiores varejistas do Brasil. Em 1947, Rocha abriu uma loja de roupas com seu irmão Newton em Natal, no nordeste do Brasil. Seu Grupo Guararapes comprou a marca Riachuelo no ano de 1979, que desde então se transformou na peça central do negócio. Sob a direção de Rocha, o Grupo Guararapes passou de simples fabricante de roupas para designer, produtor e distribuidor de moda.

Nevaldo Rocha – US $ 2 bilhões

Alexandre Grendene Bartelle – US $ 2,1 bilhões

Alexandre Grendene Bartelle e seu irmão gêmeo Pedro Grendene Bartelle fundaram a Grendene, uma das maiores fabricantes de sandálias do planeta. No ano 2013, ele deixou o cargo de CEO da Grendene, mas permaneceu como presidente da empresa. Ele possui 41% da Grendene, que faz negócio na bolsa de São Paulo. Ele também é dono de imóveis em muitos estados do Brasil e do Uruguai.

Alexandre Grendene Bartelle – US $ 2,1 bilhões

Antônio Luiz Seabra – US $ 2,1 bilhões

Antônio Luiz Seabra fundou a Natura Cosméticos em 1969 como a resposta à Avon, e a transformou na maior empresa de beleza do Brasil. Por volta de 1,4 milhão de “consultoras” (principalmente mulheres) vendem produtos Natura de porta em porta por todo o Brasil, seis outros países da América Latina e França. A Natura Cosméticos, comprou a rede de cosméticos britânica The Body Shop da L’Oréal em 2017 por mais de US $ 1 bilhão.

Antônio Luiz Seabra – US $ 2,1 bilhões

Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US $ 2,2 bilhões

Alfredo Egydio de Arruda Villela Filho é integrante da família Villela. Seu bisavô fundou o banco Itaú. Atualmente ele é o maior acionista individual da Itaúsa, holding do banco, com 12% de participação. Seu avô também fundou a Duratex, uma fabricante brasileira de painéis de madeira e acessórios para banheiro de capital aberto; ele também é dono de uma participação na empresa. Em 2014, se tornou vice-presidente do conselho de administração do Itaú Unibanco.

Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US $ 2,2 bilhões

José Luis Cutrale – US $ 2,2 bilhões

José Luis Cutrale é dono da Sucocitrico Cutrale, um dos maiores processadores e distribuidores de suco de laranja concentrado, e fornecedora do suco para a Minute Maid e a Simply Orange, ambas empresas que pertencem ao grupo Coca-Cola. Reconhecido no Brasil como o “Rei Laranja”, sua família opera no ramo de laranja faz mais de um século.

José Luis Cutrale – US $ 2,2 bilhões

Wesley Batista – US $ 2,2 bilhões

Wesley Batista nasceu em 1972, e trabalhou com o seu irmão Joesley Batista na expansão e internacionalização das empresas de frigoríficos JBS. Nos dias de hoje, ele é responsável pelo cargo de presidente da empresa. No entanto, em 2016, os dois irmãos fizeram parte do grupo chave da operação lava-jato, comprovando ter pegado R$ 80 milhões em propina ao ex-presidente, Lula Da Silva.

Wesley Batista – US $ 2,2 bilhões

Joesley Batista – US $ 2,2 bilhões

Joesley Batista nasceu em 1972 em Formosa, Brasil. Ele é presidente da JBS S.A, a maior empresa de frigoríficos que é uma das mais importantes empresas do agronegócio do Brasil e a maior empresa de frigoríficos do mundo. Se você pesquisar no nome dele, encontrará muitos artigos sobre as alegações que foram feitas contra ele. Uma vez que ele era suspeito nas investigações da Operação Lava Jato,em 2016, já que sua empresa estava envolvida em lavagem de dinheiro.

Joesley Batista – US $ 2,2 bilhões

Jayme Garfinkel – US $ 2,2 bilhões

Jayme Brasil Garfinkel é o maior acionista da empresa Brasileira de seguros Porto Seguro, com uma participação de 40%. Ele tinha somente 26 anos no momento em que sua família comprou a pequena empresa, em 1972. Garfinkel assumiu uma posição de destaque nos negócios da família logo depois que seu pai faleceu em 1978, seis anos após ele ter adquirido a Porto Seguro.

Jayme Garfinkel – US $ 2,2 bilhões

Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US $ 2,4 bilhões

Juntos, Dulce Pugliese e Edson Bueno fundaram a Amil, no entanto, mais tarde se divorciaram. Dulce manteve sua participação de aproximadamente 33% na Amil. Em 2007, a empresa tornou-se a maior empresa de assistência médica de toda América Latina. A seguradora de saúde dos EUA United Health Group comprou 90% da Amil, em 2012, pelo preço de US $ 4,9 bilhões.

Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US $ 2,4 bilhões

Walter Faria – US $ 2,7 bilhões

O experiente da indústria cervejeira Walter Faria comprou o Grupo Petrópolis em 1998 e o transformou em uma das maiores empresas brasileiras de cerveja e bebidas. O seu Grupo Petrópolis faz a cerveja Itaipava, uma das cervejas mais conhecidas de todo Brasil. Fundado em uma região montanhosa do estado do Rio de Janeiro, o Grupo Petrópolis é a única grande cervejaria do país que é exclusivamente brasileira.

Walter Faria – US $ 2,7 bilhões

Walther Moreira Salles Junior – US $ 2,7 bilhões

O cineasta brasileiro Walther Moreira Salles Junior (também conhecido como Walter Salles) faz parte de uma das famílias bancárias mais antigas do Brasil. Seu falecido pai, Walther Moreira Salles, foi o fundador do Unibanco e ex-embaixador nos Estados Unidos. No ano 2008, o Unibanco se fundiu com o Itaú.

Walther Moreira Salles Junior – US $ 2,7 bilhões

João Moreira Salles – US $ 2,7 bilhões

O documentarista brasileiro João Moreira Salles é membro de uma das famílias bancárias mais antigas do Brasil. Ele é irmão do cineasta Walther Moreira Salles Junior. Moreira Salles e seus três irmãos, todos bilionários, igualmente possuem participações na CBMM, empresa líder mundial no fornecimento de produtos de nióbio mineral.

João Moreira Salles – US $ 2,7 bilhões

Fernando Roberto Moreira Salles – US $ 2,7 bilhões

Fernando Roberto Moreira Salles também é membro de uma das famílias bancárias mais antigas do Brasil, ele é irmão dos bilionários acima citados, Walther e João Moreira Salles. Assim como os irmãos, ele conquistou as posições no banco devido a seu pai, Walther Moreira Salles. Atualmente, Fernando Roberto Moreira Salles e seus irmãos bilionários detêm 68,5% da Itaú Unibanco Holding SA, que vale no mínimo US $ 13 bilhões.

Fernando Roberto Moreira Salles – US $ 2,7 bilhões

Abílio dos Santos Diniz – US $ 2,7 bilhões

O pai do magnata do varejo Abílio dos Santos Diniz, imigrante português, fundou o Grupo Pão de Açúcar em 1948 no Brasil. Sob a administração de Diniz, o Pão de Açúcar se tornou a maior rede de mercado varejista do Brasil. Em 2012, ele vendeu uma participação para o operador de supermercado francês Grupo Casino. Em 2013, Diniz passou o comando da empresa ao Casino. Em 2016, ele se tornou um acionista significativo do Carrefour SA, competidor do Gropo Casino.

Abílio dos Santos Diniz – US $ 2,7 bilhões

Pedro Moreira Salles – US $ 2,8 bilhões

Pedro Moreira Salles é membro de uma das famílias bancárias mais antigas do Brasil. Ele é o irmão mais novo dos irmãos Moreira Salles. Além de possuir uma participação muito significativa no CBMM, Pedro Moreira Salles também é co-presidente da Cambuhy, empresa de equidade privada que ele mesmo fundou em 2011 junto com outros três sócios.

Pedro Moreira Salles – US $ 2,8 bilhões

João Roberto Marinho – US $ 2,8 bilhões

João Roberto Marinho é um empresário brasileiro que apresenta um patrimônio líquido de US $ 10,1 bilhões. Nascido João Roberto Marinho no 16 de setembro de 1953 no Rio de Janeiro, é Presidente do Conselho Editorial e Vice-Presidente das Organizações Globo. Ele participa do controle da Rede Globo, o maior grupo de mídia da América Latina, juntamente com seus dois irmãos bilionários, Roberto Irineu Marinho e José Roberto Marinho.

João Roberto Marinho – US $ 2,8 bilhões

José Roberto Marinho – US $ 2,9 bilhões

Cada um dos irmãos Marinho retém um patrimônio líquido de 3,8 bilhões. Em 1925, seu avô Irineu Marinho lançou o jornal O Globo, porém, infelizmente, morreu somente 25 dias depois da publicação da primeira edição. Naquele momento, seu filho mais velho assumiu o negócio. José Roberto estudou história e geografia em renomadas universidades do Brasil. Em 1998 José Roberto Marinho se fez Vice-Presidente da Fundação Roberto Marinho.

José Roberto Marinho – US $ 2,9 bilhões

Roberto Irineu Marinho – US $ 2,9 bilhões

A Rede Globo, que no momento atual possui cerca da metade do mercado brasileiro de TV. Roberto Irineu estava assumindo o cargo de presidente executivo do Grupo Globo, mas foi substituído em dezembro de 2017, uma vez que, pela primeira vez, um membro que não era da família assumiu o cargo de presidente executivo. Atualmente, o próprio Roberto continua sendo presidente do conselho de administração.

Roberto Irineu Marinho – US $ 2,9 bilhões

Luiza Helena Trajano – US $ 3,1 bilhões

Luiza Helena Trajano é ex-CEO da Magazine Luiza, que possui cerca de 1.000 lojas por todo Brasil e uma parte do comércio eletrônico em expansão. Ela tem pouco mais de 17% da empresa listada em São Paulo, fundada por seus pais em 1957 e nomeada em homenagem a sua mãe (também chamada Luiza). Trajano foi contratada como aprendiz por seus pais com apens 18 anos, trabalhando em diversas funções até assumir o cargo de CEO, em 1991.

Luiza Helena Trajano – US $ 3,1 bilhões

José João Abdalla Filho – US $ 3,2 bilhões

José João Abdalla Filho é filho de J. J. Abdalla, empresário e político brasileiro que fundou uma empresa imobiliária e têxtil. Na década de 1950, o grupo liderado por seu pai se transformou em um dos maiores fabricantes de cimento do país, gerando emprego para mais de 40.000 pessoas. Abdalla Filho usou o dinheiro que herdou para criar o Banco Clássico, que possui importantes participações em diversas empresas brasileiras.

José João Abdalla Filho – US $ 3,2 bilhões

Luís Frias – US $ 3,2 bilhões

Nascido em 1964, Luís Frias, estudou Economia na Universidade de Cambridge. Ele é presidente da PagSeguro Digital, uma empresa de pagamentos, e é também dono do grupo Folha. O falecido pai de Frias obteve um dos jornais diários mais populares e lidos no país, e Luís foi sortudo ao receber a herança do pai.

Luís Frias – US $ 3,2 bilhões

Candido Pinheiro Koren de Lima – US $ 3,6 bilhões

Pinheiro Koren de Lima, médico oncologista, usou o dinheiro que economizou em sua prática em medicina para abrir um hospital na cidade brasileira de Fortaleza, em 1986. Durante os anos, ele adicionou mais hospitais, depois clínicas de saúde e, por ventura, seguro de saúde, criando o que é hoje o Grupo Hapvida. Ele é o presidente da Hapvida, ao mesmo tempo que seus filhos Jorge e Candido Júnior, também bilionários, fazem parte do conselho de administração.

Candido Pinheiro Koren de Lima – US $ 3,6 bilhões

André Esteves – US $ 5,3 bilhões

André Esteves é um banqueiro brasileiro com um patrimônio líquido estimado em US $ 5,3 de acordo com a Forbes. Esteves começou a ganhar seu patrimônio líquido estimado em US $ 4 bilhões em 1989, durante o tempo em que ainda estudava. Ingressou no banco de investimento Pactual logo que foi contratado pelo banqueiro Luís César Fernandes como estagiário no departamento de TI. Após alguns anos, ele se tornou um dos cinco sócios do banco.

André Esteves – US $ 5,3 bilhões

Carlos Alberto Sicupira – US $ 8,3 bilhões

Carlos Alberto Sicupira possui um patrimônio líquido de 12,4 bilhões e é um dos homens mais ricos do Brasil. Ele nasceu em 1948, em São Paulo e se formou na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde obteve graduação em administração de empresas. A maior parte de sua riqueza é originária de suas ações na Anheuser-Busch InBev, na qual ele possui por volta de 3% de participação.

arlos Alberto Sicupira – US $ 8,3 bilhões

Marcel Herrmann Telles – US $ 10,7 bilhões

O empresário brasileiro Marcel Herrmann Telles tem um patrimônio líquido estabelecido em US $ 10,7 bilhões, em abril de 2019. Marcel Herrmann Telles nasceu em 2 de fevereiro de 1950, no Brasil. Junto com os bilionários Carlos Alberto Sicupira e Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles é acionista controlador da Anheuser-Busch InBev, considerada a maior empresa de cerveja do mundo todo. Antes, atuou como membro do conselho da Anheuser-Busch InBev, CEO e Presidente da Ambev.

Marcel Herrmann Telles – US $ 10,7 bilhões

Eduardo Saverin – US $ 11,1 bilhões

O mais jovem bilionário do Brasil, Eduardo tem um patrimônio líquido estimado em 8 bilhões. Ele nasceu em São Paulo em 1982. Sua família emigrou para os EUA em 1993 e começou a viver em Miami. Ainda na faculdade, Saverin fez US $ 300.000 por meio de investimentos estratégicos na indústria de petróleo. Durante seu estudo em Harvard, ele conheceu Mark Zuckerberg e juntos lançaram a tão famosa rede social Facebook, em 2004.

Eduardo Saverin – US $ 11,1 bilhões

Jorge Paulo Lemann – US $ 22,3 bilhões

Jorge Paulo Lemann nasceu no Rio de Janeiro em 1939 e tinha somente 14 anos quando seu pai morreu em um acidente de ônibus. Ele se formou em economia pela Universidade de Harvard. Mais tarde, Jorge Paulo começou a sua carreira e com o tempo, se transformou em acionista controlador da Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do mundo. Lemann tem um patrimônio líquido de cerca de 22,3 bilhões de dólares.

Jorge Paulo Lemann – US $ 22,3 bilhões

Joseph Safra – US $ 23,8 bilhões

Joseph Safra é um dos banqueiros mais ricos de todo mundo. Joseph nasceu em Beirute, Líbano, em 1939 e possui origens judáicas libanesas. Sua família tem uma longa história no setor bancário, que se originou do comércio de caravanas entre Beirute, Alepo, Alexandria e Istambul. A família Safra mudou-se para o Brasil no ano 1952, quando seu pai e irmão começaram a trabalhar em São Paulo no setor financeiro. Em 1955, o Safra fundou o Banco Safra, que é o 8º maior banco privado do Brasil inteiro.

Joseph Safra – US $ 23,8 bilhões

Alexandre Behring: US$ 4,3 bi

O executivo Alexandre Behring é cofundador e sócio da empresa de investimentos 3G Capital. Behring ocupa a presidência da Kraft Heinz e é copresidente da Restaurant Brands International (“mãe” do Burger King e da cadeia de café canadense Tim Hortons).

Alexandre Behring: US$ 4,3 bi

Luciano Hang: US$ 3,6 bi

O empresário bilionário Luciano Hang é dono, entre outros ativos, da cadeia varejista Havan. Em junho de 2019, a Havan tinha 126 lojas em 17 dos 26 estados do país, com planos de chegar a 145 até o final do ano. Hang também possui usinas hidrelétricas, postos de gasolina, uma empresa imobiliária além de um fundo de investimento.

Luciano Hang: US$ 3,6 bi

Pedro de Godoy Bueno: US$ 1,1 bi

Com 29 anos de idade, Pedro de Godoy Bueno é o mais jovem bilionário do Brasil, sendo o CEO da empresa brasileira de laboratório Diagnosticos da America SA (DASA). Filho do bilionário Edson de Godoy Bueno, falecido em 2017, Pedro assumiu o cargo de CEO da DASA , com 24 anos. Bem, mas antes que você crie falsas esperanças, Pedro não está disponível: um avez que ele é casado com seu parceiro de longa data Herrmann Hoffmann desde 2018.

Pedro de Godoy Bueno: US$ 1,1 bi

Camilla de Godoy Bueno Grossi: US$ 1,1 bi

Camilla de Godoy Bueno Grossi detém uma participação significativa na empresa brasileira de serviços de laboratório Diagnosticos da America SA (DASA). Juntos, ela e seu irmão Pedro herdaram suas ações de seu falecido pai, Edson de Godoy Bueno, que era o bilionário mais rico do campo de saúde do Brasil.

Camilla de Godoy Bueno Grossi: US$ 1,1 bi

Franco Bittar Garcia: US$ 1,7 bi

Franco Bittar Garcia é neto de Luiza Trajano Donato e Pelegrino José Donato, que fundou a loja Magazine Luiza em 1957. Bittar Garcia participa como membro do conselho da Magazine Luiza, cujo CEO é seu primo Frederico Trajano. Também conhecida como“Amazon do Brasil”, as plataformas de comércio eletrônico do Magazine Luiza representam 40% da receita total da empresa. Bittar Garcia reside na cidade de Franca, no estado de São Paulo, local onde foi fundada a Magazine Luiza.

Franco Bittar Garcia: US$ 1,7 bi

Ricardo Villela Marinho: US$ 1,7 bi

Ricardo Viella Marino é membro de uma dinastia bancária brasileira comparável aos Rothschilds em riqueza e influência. Ele é neto de Eudoro Libânio Villela, que fundou o banco brasileiro Itaú, em 1945, o qual fundiu-se com o Unibanco em 2008. Ricardo Villela Marino participa do conselho de administração da Itausa, controladora do Itaú Unibanco, e também atua como consultor do banco. Sua mãe, Maria de Lourdes Egydio Villela, ex-bilionária, transferiu suas ações da Itausa para Ricardo e seu irmão Rodolfo. Ele tem por volta de 1% das ações da Itausa.

Ricardo Villela Marinho: US$ 1,7 bi

Rodolfo Viella Marinho: 1,6 US$ bi

Rodolfo Viella Marinho também é membro de uma dinastia bancária brasileira. Ele é neto de Eudoro Libânio Villela, que fundou o banco brasileiro Itaú em 1945, o qual fundiu-se com o Unibanco em 2008. Rodolfo Villela Marino faz parte do conselho de administração da Itausa, controladora do Itaú Unibanco, e é vice-presidente executivo. Sua mãe, Maria de Lourdes Egydio Villela, ex-bilionária, transferiu suas ações da Itausa para Rodolfo e seu irmão Ricardo. Ele é formado em administração de empresas e possui doutorado em administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo.

Rodolfo Viella Marinho: 1,6 US$ bi

Lia Maria Aguiar: US$ 1,5 bi

Lia Maria Aguiar herdou uma fortuna bancária de seu falecido pai, Amador Aguiar, fundador do Bradesco, um dos maiores bancos do Brasil. Lia Aguiar e sua irmã gêmea Lina foram adotadas pelo fundador do Bradesco Amador Aguiar logo depois dee serem abandonadas em frente a uma filial do Bradesco em São Paulo. Aguiar está brigando no tribunal pela herança de seu pai com sua segunda esposa, com quem ele se casou menos de cinco meses antes de sua morte. Aguiar também possui ações da Bradespar, o ramo não financeiro do banco, que é negociado publicamente.

Lia Maria Aguiar: US$ 1,5 bi

Daniel Feffer: US$ 1,5 bi

Daniel Feffer é um dos quatro irmãos bilionários que administram a Suzano Papel e Celulose, uma empresa brasileira de papel fundada em 1924 pelo seu avô. Ele é vice-presidente da Suzano, que no começo de 2019 adquiriu a empresa brasileira de celulose e papel Fibria Celulose. Defensor de mercados abertos, Daniel Feffer é o presidente da filial brasileira da Câmara de Comércio Internacional. Ele também fundou a Intelligent Tech & Trade Initiative, um think tank que tem como objetivo informar e ajudar profissionais de comércio exterior.

Daniel Feffer: US$ 1,5 bi

David Feffer: US$ 1,5 bi

David Feffer é o filho mais velho de Max Feffer, cujo pai imigrante, Leon Feffer, começou o negócio da família. Seu avô, Leon Feffer, fundou a empresa brasileira de celulose e papel Suzano Papel e Celulose, em 1924. David e seus três irmãos – Daniel, Jorge e Ruben – herdaram ações da Suzano, sendo que David, Daniel e Jorge também são membros do conselho. A Suzano adquiriu a Fibria Celulose em janeiro de 2019 por volta de US $ 7,5 bilhões, formando a maior  empresa produtora de papel do Brasil. David é presidente do conselho de administração da Suzano e é  também presidente do ramo de investimentos da família desde 2003.

David Feffer: US$ 1,5 bi

Ruben Feffer: US$ 1,5 bi

Ruben Feffer é um dos quatro irmãos bilionários que administram a Suzano Papel e Celulose, uma gigante brasileira de papel fundada por seu avô. É conhecido como Binho, ele é o único irmão que não é membro do conselho da Suzano. Ruben é um pianista, creditado com a música o Menino e o Mundo, do filme brasileiro de 2013 indicado ao Oscar de melhor animação. Ele desenvolveu sua carreira criando músicas para filmes e programas de TV por meio de sua empresa Unisson Productions.

Ruben Feffer: US$ 1,5 bi

Jorge Feffer: US$ 1,4 bi

Jorge Feffer é um dos quatro irmãos bilionários que administram a Suzano Papel e Celulose, uma gigante brasileira de papel fundada por seu avô. Em janeiro de 2019, a Suzano concluiu uma aquisição de aproximadamente US $ 9 bilhões em dinheiro e ações da fabricante brasileira de celulose e papel Fibria. Foi vice-presidente corporativo da Suzano entre 2013 a 2015 e nos dias de hoje atua como membro do conselho. Jorge fez parceria com uma editora brasileira de uma série de livros conhecida como Biblioteca de Críticos Sociais, com obras de autores consagrados tais como o filósofo Leo Strauss.

Jorge Feffer: US$ 1,4 bi

Jorge Pinheiro Koren de Lima: US$ 1,3 bi

Jorge é o filho mais velho de Candido Pinheiro Koren de Lima, fundador da Hapvida, uma empresa brasileira de assistência médica e de saúde. Jorge, que estudou medicina na Universidade Federal do Ceará, Brasil, é CEO da empresa desde 2001. A Hapvida tornou-se pública em abril de 2018 na bolsa de valores de São Paulo. A empresa comanda 25 hospitais e 66 laboratórios em 11 estados brasileiros. As origens da Hapvida datam de 1986, quando o pai de Jorge, Candido, médico oncologista, abriu um hospital no nordeste do Brasil. Assim como seu pai e seu irmão mais novo, Candido Junior, possui ações suficientes da Hapvida para tornar cada um deles bilionário.

Jorge Pinheiro Koren de Lima: US$ 1,3 bi

Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna: US$ 1,1 bi

Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna é vice-presidente do conselho de administração da CCR, construtora e operadora de rodovias brasileiras. A CCR foi fundada por seu falecido pai, Pelerson Soares Penido, e se tornou uma das maiores empresas de concessão de infraestrutura da América Latina. A CCR também possui uma participação no STP, um sistema de pagamento eletrônico para operadoras de pedágio equivalente ao E-Z Pass nos Estados Unidos. A empresa negocia na bolsa brasileira da Bovespa; Ana detém cerca de 10% das ações.

Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna: US$ 1,1 bi

Rubens Menin de Souza: US$ 1,1 bi

Rubens Menin fundou a MRV Engenharia em 1979 e a tornou a principal construtora de casas do Brasil, a empresa negocia na bolsa de São Paulo. A empresa começou em seu estado natal, Minas Gerais, e por fim se espalhou pelos estados do sul do Brasil. Ele também é o fundador do Banco Inter, um banco brasileiro que foi aberto no ano 2018. Em janeiro de 2019, Menin anunciou o lançamento da CNN Brasil, uma marca licenciada, que começou a operar no final de 2019. Fã de esportes, Menin patrocina o piloto de F1 Bruno Senna e, anos atrás, estabeleceu seu próprio torneio de tênis no Brasil.

Rubens Menin de Souza: US$ 1,1 bi

Maria Angela Aguiar Bellizia: US$ 1,1 bi

Maria Angela Aguiar Bellizia herdou uma fortuna bancária de seu falecido pai Amador Aguiar, que fundou o Bradesco, um dos maiores bancos do Brasil. Aguiar também possui ações da Bradespar, o ramo não financeiro do banco, que é negociado publicamente. Maria Angela Aguiar e sua irmã Lina Maria Aguiar foram adotadas por Amador Aguiar que as encontrou abandonadas.

Maria Angela Aguiar Bellizia: US$ 1,1 bi

Paulo Setubal Neto: US$ 1,4 bi

Paulo Setubal Neto é integrante de uma das famílias bancárias mais antigas do Brasil. Ele é o filho mais velho de Olavo Setubal, industrial, banqueiro, político – prefeito de São Paulo, a maior cidade do Brasil. Ele herdou uma participação de quase 2% na Itausa, controladora do Itaú-Unibanco, o maior banco do setor privado da América Latina. Ele é dono de mais ações da Itausa, a holding do banco, do que todos os seus sete irmãos; ele atuou no conselho da Itausa por décadas. Seu irmão Roberto Egydio Setubal foi presidente do Itaú Unibanco entre 1995 a 2017.

Paulo Setubal Neto: US$ 1,4 bi

José Isaac Peres: US$ 1,5 bi

Jose Issac Peres estabeleceu a Multiplan, empresa que desenvolve, possui e administra shopping centers no Brasil. Com apenas 22 anos, enquanto ainda estudava economia, fundou sua primeira empresa, a incorporadora Vepan, que transformou na Multiplan de capital aberto. Ele tem quase 30% das ações da Multiplan. Em 2014, o Village Mall localizado no Rio de Janeiro, propriedade de Peres, foi o local  onde abriu a primeira Apple Store oficial do Brasil.

José Isaac Peres: US$ 1,5 bi

Roberto Egydio Setubal: US$ 3,3 bi

Roberto Egydio Setubal é co-presidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco Holding SA.  Iniciou sua carreira no banco em 1980, tendo ocupado vários cargos até ser nomeado CEO em 1994, posição que ocupou até abril de 2017. Desde 1994, Roberto Setubal é um membro da Conferência Monetária Internacional. De 1997 a 2000, foi presidente eleito da FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) e de 2011 a 2017 também foi presidente. Ele é membro do Conselho do IIF (Institute of International Finance), tendo sido vice-presidente de 2003 a 2014. Em 2002, Roberto Setubal também se tornou membro do Comitê Consultivo Internacional do Federal Reserve Bank de Nova York e em 2003 foi nomeado integrante do Conselho Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), cargo que ocupa até os dias de hoje. Desde 1º de outubro de 2017, Roberto Setubal é membro do Conselho de Administração da Shell. Ele também é membro fundador e Presidente do Comitê Executivo da Fundação Itaú Social, que produz iniciativas sociais focadas em educação em parceria com o UNICEF e outras ONGs. Roberto também é membro do Comitê Executivo do Instituto Itaú Cultural, ramo do grupo focado na democratização e valorização da cultura brasileira.

Roberto Egydio Setubal: US$ 3,3 bi

Samuel Barata: US$ 1,1 bi

Samuel Barata apresenta pouco mais da metade da Drogarias DPSP, uma das maiores redes de farmácias do Brasil. A empresa foi formada com a fusão de 2011 da Drogaria Pacheco, da Barata, e da Drogaria São Paulo, da família Carvalho. A empresa teve uma receita de cerca de US $ 2,4 bilhões em 2017 e possui cerca de mais de 1.000 lojas em 10 estados brasileiros. Uma das empresas mais antigas do Brasil, a Drogaria Pacheco foi fundada em 1892 e adquirida pela Barata durante a década de 1970.

Samuel Barata: US$ 1,1 bi

João Alves de Queiroz Filho – US $ 2 bilhões

João Alves de Queiroz Filho é um milionário de bens de consumo, controlando 5,6 bilhões de dólares (valor de mercado) da Hypermarcas SA, uma empresa pública que fabrica e vende 170 marcas e 4.000 produtos nos setores de alimentos, medicamentos, limpeza, beleza e produtos de higiene pessoal. Fundou a Arisco, uma empresa de produtos de limpeza junto com o pai, em 1969, e foi diretor e presidente por mais de 20 anos.

João Alves de Queiroz Filho – US $ 2 bilhões

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